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segunda-feira, 9 de novembro de 2009

Matando tempo.




A rotina de exames estão me matando, pelo menos tenho tempo para desenhar. Este saiu durante a espera de um exame psicotécnico e biometria. (imagina se fosse lá dentro, hein?)
(risos)

Temei-vos uns aos outros.



Uma tentativa de poesia visual... 

sexta-feira, 30 de outubro de 2009

Diga-me com quem andas, te direi quem és.


Aprecio esse ditado. Nele mostra-se uma grande quantidade de sabedoria e vivência popular. Talvez eu seja por demais crítico e ou (in)tolerante demais. Mas, ao olhar a meu redor seleciono muito bem com quem compartilho ou não. Digo, nem sempre acerto, que a pessoa é subproduto do meio que ela vive. E não adianta não podemos fugir disso. Os arquétipos estão ali, e são na sua grande maioria comuns. Volta e meia aparce um diamante bruto no meio a caverna densa e escura. Pense assim, ou ele se lapida ou continua bruto para sempre. O problema que muitos aindameioquelapidados parecem lapidados, e ai reside o tormento.
As aparências, nos anos que vivi e passei o mais comum é ver pessoas que são aquilo que são, ou as pessoas que "mudam" para ser aceitas. E isso não é só no "mainstream" o convencional se esconde menos que "inusitados" que aliás nada tem em inusitado ou extraordinário o fato de alguém ser de carne e osso.
A humanidade cansa.

quinta-feira, 29 de outubro de 2009

quarta-feira, 28 de outubro de 2009

Aparências - além da visão.





Existem coisas que vão além do que os olhos podem ver. A visão de fato apenas nos impede o raciocínio algumas vezes. "Qual sua tragédia?" "Qual seu nome?" "Quem é você?". Essa "estranheza" vai além do que os olhos podem ver. O momento deferido, a hora morta. Mas, há algo que puxa nas entranhas do ser, uma força maior.
O mundo um rio de possibilidades embora meu ceticismo diga que tudo é aleatório, existe sempre uma certa ordem no caos. Penso que alguns ciclos se auto-renovam em si mesmos enquanto outros apodrecem lentamente. Como o lamento aos mortos, ou ao contemplar algo com aquela carinha de dejá vu.
Ai tu pensas:

-Ah, pode ser o cigarro ou café.

Escuridão não é uma coisa ruim (e nem boa) é apenas a ausência de luz. Veja bem, não gosto de luz pois irrita meus olhos. Pela lógica para mim, luz é algo ruim. E como tudo é opinião, e o blog é meu, prefiro o escuro. Embora pareça algo desacerbadamente cliché, há um certo charme nas partes que ficam escondidas. E a luz revela demais, imperfeições que são imperceptíveis no umbral.
Nada é perfeito.
Nada é eterno.
E nada é perfeitamente eterno.

Porém, existem alguns intanstes que são. Ora tormento, ora gozo. E a repetição cria uma fábrica do eterno.
Assim como todos não sou transparente.
O individual anda abalado.

Existence fails...
Tomorrow prevails...

Anyway...
Ando muito desconsertado mesmo.

sábado, 10 de outubro de 2009

Human Error

J.B Greuze - Espelho quebrado (um dos meus favoritos dele)
A máxima das máximas do lugar comum:
"Errar é humano."

Pois bem, o cara que proferiu essa frase pela primeira vez era muito esperto. Acredito eu que ele a usou para desculpar-se de algum erro que fez afinal...todos erramos, certo?
Continuando, se todos erramos partimos para a questão:
Por que erramos?
Não acho que exista tal resposta, até porque talvez eu seja humano também ou também erre. Mas só o desfecho conta? Então, colocamos fora um livro fora porque o final não nos agradou?
Tantas metáforas para explicar o que não tem explicação.
Ultimamente tenho visto coisas que não quero ver:
Pessoas, lugares, situações, sentimentos e blabla. De certa forma a maioria dos problemas vem de um lugar externo pois dialogam intrinsecamente com o interno. Um erro parece o motor para vários, e uma desculpa uma permissão para tantos outros.
Todavia, seria julgar um livro pela capa ou um sabor pela aparência. É nessas horas que penso que deveria ponderar mais, ou simplesmente não dar a mínima.
No fundo é mais satisfeito aquela pessoa que é enganada e sabe que está sendo enganada do que aquele que engana os outros e a sí mesmo.
Veja bem, não é demérito nenhum ser enganado. Pelo contrário, uma das poucas coisas que mantém alguém humano não é errar, mas sim confiar.
E em erros e acertos o que resta?
Absolutamente nada!
No auge dos meus vinte e nove anos, a única coisa que vi entre os tais humanos:
-Mentiras, hipocrisias, enganações etecetera.
Não posso me excluir dessa situação, não posso negar que já bebi desse vinho. O que vale para os outros vale para mim também.
Os dias e horas passam como navalhas sob minha carne e o tempo so dilacera o que há por dentro, acho que quanto mais tempo passa mais os ossos, carne e músculos sofrem uma mutação provocada pelo olho da medusa social nos enrijecendo mais e mais.
Em alguns momentos a dura casca parece quebrar, mas quando a "chuva" está para chegar sempre existe algo que a bloqueia então o externo embebe-se na claridade escura e o interno "diluveia-se" por completo.
Sobra aquela parte... a parte mais escura. E quando fala-se dela, entoam canções citam nomes que ela não pertence. Atribuem nomenclaturas e a forram de maniqueísmo. Quando na verdade é só o "lado escuro da lua".
Vejo minha vida em um espelho e ele está quebrado.

Chuva Vermelha

Tem coisas que deveriam ficar fechadas. Portas que nunca deveriam ser abertas, e assim é o que somos.
Portas. Janelas. Buracos.
É aquela hora que se observa o que não existe, mas de certa forma existe, formando nuvens negras à tua volta. E as nuvens relampeiam, chovem e gritam estrondosamente. A tempestade formada no vácuo.
No olho do furacão formam-se rostos, corpos e pesadelos que não deveriam estar naquele lugar, mas estão. Te encaram com olhos vermelhos e o máximo que consegue sentir é um esboço de uma emoção. E aquela água toda, aquele vento te encobrem por completo.
Ah, caímos tão lentamente mas sentimos o impacto multiplicado por mil. A velocidade é uma inconstância da alma. Em dias que tempo parace apenas uma musiquinha em uma caixa de som antiquíssima feita de cedro.
A música é só um adendo quase que imperceptível, já que os trovões alardeam o nada. Viver parece isso, uma chuva. E não chove para sempre...

segunda-feira, 5 de outubro de 2009

O rótulo e as denominações

Não há nada mais cretino que alguém que diz:
_ AH, eu sou "blablabla".


Houve um tempo em que as pessoas rotulavam as outras, coisa do passado!
Agora elas mesmas fazem isso! Em tons cinza desbotados esboçam personalidades existentes para fazer o que todos fazem:
_Aceitação!

É a dança do momento, a música do momento, o livro do momento. Ah, toda essa droga que eu to cansado de ver e meus olhos já debulham-se em lágrimas internas vendo esse show barato de quinta categoria. Certa vez me disseram:
_É engraçado isso que tu critica, porque em vez de pensarem eles aplaudem. E só idiotas aplaudem quando são chutados na cara ao invés de retribuir na mesma ou pior idéia.
Problema que hoje em dia, o ser humano só busca uma coisa e é aparecer!
A eterna competição idiota entre os machos (agora as fêmeas também para não soar machista) nessa besteira de ficarem medindo forças. Enfim, se entrar numa briga inútil já não é estar derrotado?
Complicado isso a busca pela diferença torna qualquer ser igual, ainda mais se ele já atribui a si mesmo qualidades pré-existentes nesse macrocosmo cliché.
Parece atualmente que as pessoas preocupam-se tanto com o que aparentam que tendem a deixar algo explícito quanto a isso:
-Olha só, sou diferente! - Sim, nisso atestando o ato de ser igual.
Nâo gosto de comparações, definições e estas porcarias. A grande verdade é que prezo por isolamentos mesmo. Tem horas que bate uma vontade de sumir, sumir existencialmente.
Aquela coisa que tu vê pessoas à tua volta falando, falando e nada dizem. Parece que falariam sozinhas, mas já que estás por perto serve tu mesmo. Falar por falar, patético. Seria isso solidão extremada disfarçada de companhia? Ou simplesmente atormentar o espaço alheio?
Respeitar as pessoas deveria ser mais fácil, e não uma escolha.
O pior de tudo que ninguém se preocupa com isso mesmo, estão tão ocupados com seus mundinhos fakes, sua aparência e seus status na sociedade (quando falo sociedade, me refiro aos micro aspectos da mesma, guetos "culturais".)
Estamos fabricando cada vez mais cones humanos. A única diferença é que cones não falam, e eu preferia os cones mudos, mas sempre há exceções.
Não dá pra sair acusando e chutando o todo por causa de alguns, mas constato que o processo empírico mostrou-me que interagir na maior parte das vezes é um tédio. Compartilhar então... Tornou-se uma valise de cornucópias carregadas por quimeras prateadas.
E quando subimos no barco em direção as profundezas do estige...
Quem iria?

domingo, 4 de outubro de 2009

Preconceito "intelectual"

Uma das coisas que mais me revoltam é a quantidade de universitários e bacharéis/licenciados/pedagogos idiotas que existem na face terra.
Vamos aos fatos:

1- A maioria dos retardados que graduam-se nas universidades é justamente por não ter nada melhor para se fazer, e parece que suicídio infelizmente não foi opção.

2- 99% defendem seus argumentos calcados em:
a) Meu diploma de graduação.
b) Meu diploma de mestrado.
c) Meu rico conhecimento erudito

O dia que inteligência for sinônimo de erudição/conhecimento enfio um taco de beisebol no meu rabo e viro trapezista.

3- O "professor" e o "universitário" em geral são medíocres. Tanto que ostentam aquele ar de superioridade sou-foda-wannabe. E geralmente não passam de uns boçais carentes de afeto/dinheiro/inteligência(Nota: dinheiro para coisas fúteis, alias...MAIS). Dotados de uma frívola inveja cancerosa acham que são os detentores do conhecimento arcano. O mago-professor ou o artifície-universitário.
Geralmente esse tipo é identificado pelas humilhações aos alunos, pessoas em geral. E pasmem, só bancam de esperto com pessoas simples ou humildes. Fato que presencio todos os dias. Ora em blogs, ora na vida real e etecetera.

4- Tem coisas mais importantes no mundo que ser o mais inteligente/descolado/fodão. Quer ver? Dá uma olhada na tua rua, no teu bairro, na tua cidade e na merda de país que moramos. Onde ter um diploma universitário é uma mera desculpa para punhetear a vida dos outros pagando de fodão, quanda na grande maioria são uns merdas puxa-sacos que lambem até o cu dos seus queridos orientadores para conseguir um mestrado, doutorado. Ah e não porque são inteligentes e sim uma escória de imbecis que vivem circundados de outros acéfalos que decoraram um ou outro livrinho ae, pagando de Sartre, Benjamim, Aristoteles, ou qualquer outro pensador por aí. Vejam por si mesmos, não passam de uns cagões covardes que seu único prazer é ler ulisses para gritar pros amiguinhos (ninguém lê ulisses e fica quieto, ou geralmente é o Aleph, facinho de identificar um cult-universitário-wannabe).

Pois bem, nessas andanças por aí presenciei um dos fatos mais medonhos que já tive o desprivilégio de participar. Re-constituindo. (e sem nomes).

_Rafa, eu não tenho o hábito de ler. Podes me indicar uma boa leitura pro fim de semana?
_Olha, claro que sim. O ultimo livro que li, foi o monstros invisíveis. Tem uma linguagem fácil e é bem divertido, devido sua linguagem quase cinematográfica.

Eis que um pseudo-estudante de filosofia intervém. (No meu ver uma raça que não precisava existir são estudantes de filosofia, sorry Renato.)

_Ah, ela nunca leu. Tu tens que ler esse aqui (mostra um best-seller).
Vira as costas e ainda completa.
_Esse livro aí, tem uma linguagem complexa.

Nesse momento o sangue verve, a raiva e a visão tornam-se aquilo: vermelho em uníssono.
_Peraí! Tu ja leu algum destes livros?
_Não.
_Então faça o favor de tomar no olho do teu cu, não fala do que não sabe.



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Acordar durante a madrugada dá nisso.

Termino o post com uma frase do J.P.

"O homem é uma paixão inútil" - Sartre.

quarta-feira, 30 de setembro de 2009

Cegos

Para que ter olhos se ninguém enxerga? Se temos tantos sentidos para que usar a "visão" somente como "visão"? Se um sentido incorpora tantos outros pois não creio que uma pessoa apenas enxergue, certamente não vê ela o que há por de trás.
Há alguns momentos que acho a piada sem graça, e fico tentando entender o que não-compreensível. Será que só uma pessoa pode estar certa? Ou apenas ela é o erro de tudo? Não que seja um constante questionamento, pode parecer bobagens aleatórias de uma insípida madrugada insone. "Eu vejo fome nas ruas, mas o pior que existe é a fome de viver e nada fazer além de consumir-se a sí mesmo" palavras de alguém que nunca ví. Palavras são o único conforto que temos às vezes. Sejam nossas ou de outrém, vivo ou morto. Lúcido ou são, ademais quem é completamente são nesse mundo?
São mãos que te apontam o dia todo e nunca retornam ao lugar, são pontas de dedos que estalam em lápide o que é indizível. Concreto? Não é realmente sólido aquilo que se desmancha em nódoas e esvanece em um para-brisa primaveril?
Pessoas que caminham e te atravessam feito espadas de sombra, que te cortam com olhares repressores e te repreendem por quê? Não sou passível de classificação, nem eu me defino ou fico aberta ou veladamente conjecturando coisas de cunho classificativo sobre a respectiva pessoa que sou. Quem és tu? Quem é aquele que inibe a escuridão qual fazemos parte e com tamanhos véus ungidos pela umbra ousa a importunar?
Não se trata da classificação mas o mote que empunha.
A espada fraca que o fraco carrega?
Se é de bom grado uma arma pode ser apenas uma doce palavra para aquele que sabe o ofício?
São palavras mudas que rigidamente rompem a cegueira alheia e dirfarça-se em tom augural.
Nada.

Rompante noturno


"(..)A traição fez o que sabe fazer melhor: bem aço, nem veneno, nem intrigas internas,

nem levantes estrangeiros, nada mais pode atingi-lo." Macbeth, terceiro ato, cena II.




É a voz que escuto. Algumas vezes fico atordoado.
Rervebera por dentro, corrói-me as entranhas.

Minha única cria, meu legado.

Ora sou alegria.

Ora amaldiçoado.

Verdade é o que sou.

Raiva o que se tornou.

Arma dos que nada possuem.

E nela os mais ricos.

Lâmina afiada.

Inquebravel.

Intolerável.

Beleza bruta que não se maquia.

Seja o que for. A qualquer custo.

Não me perco no caminho.

Mesmo que cego ou surdo.

Pois é só o que vejo e escuto.

Espada e escudo.

Aos inimigos a morte.

Para mim tudo!

sexta-feira, 25 de setembro de 2009

Pecados e Tragédias.


Mais um post breve com sabor de vida (que é breve também segundo alguns, vos digo que na minha visão se tornou um processo lento e arrastado pendendo para o cliché).

Comprei Macbeth...Terei um final de semana trágico.
Pelo menos lerei um bom livro.

"Obrigado por NÃO compartilhar" - Monstros Invisíveis.


Após acabar de ler "Monstros Invisíveis" fiquei um tempo tentando ler alguns livros, não consegui. Sabe aquela fase que nada do que tu lê chama a tua atenção (todo livro deve ser lido, mas tem épocas que outras leituras nos apetecem). Estava caminhando, fazia frio. Olhei em um dos cantos... Macbeth... Tudo bem, Shakespeare. Sinceramente não estava com uma verve para ler teatro, mas...
Me deparo com as primeiras páginas... Comentários virão... (Fiquei mais pobre financeiramente e mais rico culturalmente, e tem gente que acha livros um investimento fútil...Tolos!).

quarta-feira, 16 de setembro de 2009

O deus das Coisas e do Dinheiro

Estranhemente me deparei com uns vídeos de algumas religiões e como diriam os próprios e eu mesmo estupefacto:
_Meu deus!

Parece que vivemos na idade média ultimamente. Ao invés de pombos-correio, emails. A população mediana procurando por algo que os deixe alienados e as nossas crianças cada vez mais cedo erotizadas, tal como na era das "trevas". E é interessante essa demonimação pois parece que as "trevas" do pensar permance com a humanidade desde sua criação.
Algumas vezes é um desespero crônico no sistema vigente ou até mesmo um desconforto social, mas sabemos que tudo não passa de ilusão no jogo sócio-capitalista:
_Dinheiro = deus.
Vejo mais pessoas rezarem para ficarem ricas do que para curar alguma moléstia de caráter. Alguns outros procuram quando na ciência não mais acreditam, ou não querem acreditar em casos terminais. Será que nossa vida vale tanto assim?
Nâo supervalorizo vida nenhuma, humano nenhum inclusive eu.
O tempo é passageiro assim como todos nós. O mais interessante é que a criação que "complicou" a humanidade vai permanecer. Nós? Não creio.
Juntar dinheiro pelo dinheiro e assim nossa humanidade se esvaindo, como supervalorizar a vida assim? Se nossos valores se resumem a dinheiro e poder.

sábado, 12 de setembro de 2009

Mal se corta pela raiz.

Simples assim. Morreu enterra o cadáver para não te atormentar.

quinta-feira, 10 de setembro de 2009

Demagogia ou das sombras de netuno.

Triste é constatar que o mundo resume-se apenas a verbalização de palavras.
Ah, o falar desacerbado. Fala-se sobre tudo e nada se diz. A priori parecem tão interessantes os novos discursos sobre novas idéias, ou utopias. Sobre o bem coletivo sobre mudar. Atualmente ando mais perceptivo quanto a esse tipo de gente que ostenta as pompas de intelectual e a ideologias pobres e demagógicas.
Usando um exemplo tacanho, os "falsos profetas" e tudo mais. Avatares da nova ordem, bla bla bla.
Meu mundo sou eu.
Nâo pago de Madre Tereza por aí para fazer média com esse ou aquele. Cada um é o que é. E aparentemente as pessoas não ligam muito para isso, sabe? Ah fulano sabe o que eu fiz, mas finge que sou "cool" , qualquer coisa eu detono a vida pública dele. Afinal hipocrisia por hipocrisia prevalece quem tem mais experiência, e nisso prefiro não competir.
Imagine só, uma mesa de intelectuais discutindo, Bukowski. Ah, sinceramente no caixão o velho-safado se revira. Ele que tanto refutou esse tipinho que hoje fica lambendo a bunda dele. Recomendo que leiam "Escritos auto-biográficos" e saberão do que eu falo.
Ele que tanto condenava esses merdinhas ae, que hoje com seu jeitinho hype de indie e o escambal. Por Netuno...
É Buk, ainda existimos.
E lutaremos até o fim dos dias contra esses merdas!