Sol fulgurando raios vermelhos!
Distância que sinto do EU.
Meu rosto partindo em espelhos.
Perdendo aqilo que fora meu.
Vinho que estanca meu sangrar!
Tarde maldita que segue lá fora.
Dor que remonta meu olhar.
Suma luz bastarda! Vá embora!
É dor, mesmo que invisível.
Deita em teu corpo.
É ódio mesmo que destrutível.
Toma em meu copo.
Taças não feitas de crânios.
Lábios feitos de pesadelos.
Vinho.
Mesmo que por inteiro.
Mostrando postagens com marcador Poesia. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Poesia. Mostrar todas as postagens
domingo, 18 de outubro de 2009
quarta-feira, 23 de setembro de 2009
sábado, 12 de setembro de 2009
Mal se corta pela raiz.
Simples assim. Morreu enterra o cadáver para não te atormentar.
Marcadores:
Aparências,
Hipocrisia,
Poesia
terça-feira, 25 de agosto de 2009
Réquiem para as palavras
Meu silêncio, responde por mim.
É ele o sábio.
Respondo com minha quietude em minha solitude.
Silêncio paradoxal.
Hiato.
Fim.
É ele o sábio.
Respondo com minha quietude em minha solitude.
Silêncio paradoxal.
Hiato.
Fim.
quinta-feira, 20 de agosto de 2009
All one
Assim como um hiato. Como fogueira no verão. Sorvete colorido ou sombras na escuridão.
Existe forma de regredir? Transgredir o que se pode ser, penso repenso. E onde fica a conclusão? De alguma forma ELE pensa que algo mudou. Não sabe ao certo onde, e quando. Mas todas as linhas de possibilidades andam juntas para que possam se isolar no fim da trilha. E essa, nunca chega. Retardatários, retardados e otários. Joguinhos...
O mundo e sua não-intimidade. Fenecer virtual. Entardecer de um ritual. O que é real?
É a dor aplicada em um corpo enquanto física ou aquela auto-infligida (fingida) esboçando um trocadilho visual? Cenas. Talvez nada disso seja como parece, e enquanto ELE padece. Nem mais se enobrece pelo contrário se empobrece. E chegaremos aonde?
Lugar nenhum. Nenhum roteiro. Loucura real. Irreal sanidade, banal. Não tenho arrependimentos, tudo torna-se aprendizagem. E mesmo que seja uma passagem, para o inferno talvez, que viva e dure. A eternidade nunca vista. E a morte já por muitos prevista.
All one. All. one. Alone. And then I am gone.
Ever. And Forever. But never like some.
Dry lips.
Forgotten Hips.
Of my last death.
Numb and Def.
There is no Will.
Illness.
Sickness.
Darkness.
This is what I am.
What I supposed to be?
Maybe a Flea.
Over the world.
Existe forma de regredir? Transgredir o que se pode ser, penso repenso. E onde fica a conclusão? De alguma forma ELE pensa que algo mudou. Não sabe ao certo onde, e quando. Mas todas as linhas de possibilidades andam juntas para que possam se isolar no fim da trilha. E essa, nunca chega. Retardatários, retardados e otários. Joguinhos...
O mundo e sua não-intimidade. Fenecer virtual. Entardecer de um ritual. O que é real?
É a dor aplicada em um corpo enquanto física ou aquela auto-infligida (fingida) esboçando um trocadilho visual? Cenas. Talvez nada disso seja como parece, e enquanto ELE padece. Nem mais se enobrece pelo contrário se empobrece. E chegaremos aonde?
Lugar nenhum. Nenhum roteiro. Loucura real. Irreal sanidade, banal. Não tenho arrependimentos, tudo torna-se aprendizagem. E mesmo que seja uma passagem, para o inferno talvez, que viva e dure. A eternidade nunca vista. E a morte já por muitos prevista.
All one. All. one. Alone. And then I am gone.
Ever. And Forever. But never like some.
Dry lips.
Forgotten Hips.
Of my last death.
Numb and Def.
There is no Will.
Illness.
Sickness.
Darkness.
This is what I am.
What I supposed to be?
Maybe a Flea.
Over the world.
Marcadores:
Poesia
Nefarious et méchant
Olhe que tolície. Enganar a si mesmo.
Quando desprezo e exatidão!
Embebido em Sandície, mera decepção.
Solar enquanto noturno.
Vivo de mentiras, taciturno.
Palavras que findaram.
Melancolia ou Solidão...
Incoerência, Auto-afirmação.
Janela de mim entre-aberta.
Essência minha des-coberta?
"E esse sangue todo escorrendo pelo chão?"
Não é vida, nem morte.
Corte.
Espera tardia.
Quando irá voltar?
Verdade minha a me apunhalar.
Rimas esparsas, cigarros afastados.
Bocas entumecidas, corpos adulterados?
Sombra, uma só.
Se de duas fora meia.
De uma inteira tal quinhão.
Gozo desgraçado.
Sede de "nós":
Erupção!
Suma, mas volte.
Apareça e não me note.
Tenho todas coisas.
Mas não tenho um coração.
Chamas acinzentadas.
Noites acorrentadas.
Viveremos, assim?
Como vida carmim?
Será isso que te espera!
Aquele que lhe venera.
Hera!
Arranque minha vida.
E traga de volta o congelar.
Para uma só sombra...
Acreditar.
Quando desprezo e exatidão!
Embebido em Sandície, mera decepção.
Solar enquanto noturno.
Vivo de mentiras, taciturno.
Palavras que findaram.
Melancolia ou Solidão...
Incoerência, Auto-afirmação.
Janela de mim entre-aberta.
Essência minha des-coberta?
"E esse sangue todo escorrendo pelo chão?"
Não é vida, nem morte.
Corte.
Espera tardia.
Quando irá voltar?
Verdade minha a me apunhalar.
Rimas esparsas, cigarros afastados.
Bocas entumecidas, corpos adulterados?
Sombra, uma só.
Se de duas fora meia.
De uma inteira tal quinhão.
Gozo desgraçado.
Sede de "nós":
Erupção!
Suma, mas volte.
Apareça e não me note.
Tenho todas coisas.
Mas não tenho um coração.
Chamas acinzentadas.
Noites acorrentadas.
Viveremos, assim?
Como vida carmim?
Será isso que te espera!
Aquele que lhe venera.
Hera!
Arranque minha vida.
E traga de volta o congelar.
Para uma só sombra...
Acreditar.
Marcadores:
Poesia
quinta-feira, 13 de agosto de 2009
terça-feira, 11 de agosto de 2009
Sapatinhos vermelhos
Aos amigos sempre presentes.
Sapatinho vermelho despedaçado...
Onde passastes com esse solado?
O que pisas, o que te põe a seguir?
Apertado,mesmo assim me faz sorrir.
Andastes pela negra noite a divagar?
Olhastes a lua que me apresentou
E fico eu aqui, eclipse solar.
Chama rubra é o que brotou.
Sapatinho vermelho mora no armário
Vizinho do meu sentir, relicário.
Traz a mim amarguras e alegria.
Verei-te de novo outro dia?
Sapatinho vermelho despedaçado...
Onde passastes com esse solado?
O que pisas, o que te põe a seguir?
Apertado,mesmo assim me faz sorrir.
Andastes pela negra noite a divagar?
Olhastes a lua que me apresentou
E fico eu aqui, eclipse solar.
Chama rubra é o que brotou.
Sapatinho vermelho mora no armário
Vizinho do meu sentir, relicário.
Traz a mim amarguras e alegria.
Verei-te de novo outro dia?
domingo, 9 de agosto de 2009
Entre gargantas
A vida que se prolonga.
O vazio que expande.
Morte que me abraça.
Agonia que sufoca.
Incerteza que permeia.
Certezas que destroem.
Nada.
Tudo.
Circulos negros.
Almas tragadas.
Vontades escarradas.
Apenas desespero de uma vida adulterada.
sábado, 8 de agosto de 2009
E do meio do mundo prostituto Só amores guardei ao meu charuto!
E do meio do mundo prostituto
Só amores guardei ao meu charuto!
E que viva o fumar que preludia
As visões da cabeça perfumada!
E que viva o charuto regalia!
Viva e trêmula nuvem azulada,
Onde s'embala a viagem vaporosa!
Viva a fumaça lânguida e cheirosa!
Cante o bardo febril e macilento
Hinos de sangue ao poviléu corrupto,
Embriague-se na dor do pensamento,
Cubra a fronte de pó e traje de luto:
Que eu minha harpa votei ao esquecimento
Só peço inspirações ao meu charuto!
Álvares de Azevedo. (Citado por Rubem Fonseca)
Passamos a noite na companhia do Álvares , Pessoa e Espanca. Tomamos um vinho e fumamos charuto. Chego a acreditar que solidão é o estado de espírito dos quais almejam companhia.
Dança e Solidão
Nessa noite de dança e solidão
Regada a vinho e devassidão!
De cigarros acesos queimava
Esse coração tão destruído!
E calmamente sutil gritava
Um corpo todo corroído!
Demarramaste em mim teu vinho
Acompanhado porém, sozinho!
Mortalha que tanto vesti
De tanto querer desisti!
Morrer mais um pouco,
Embriagando-me de sanidade!
Seria EU mais um louco?
Ou apenas crueldade?
As leituras continuam, assim como os escritos.
Triste ver que tudo muda, menos eu.
Triste porém, não é cômico!
quinta-feira, 6 de agosto de 2009
Nemesis
No âmago do meu sentir
Fez-se pedra minh'alma
Se soubesse o que é ferir
Não veria minha calma!
Ah, se pudesse te mostrar
essa chaga quase invisível
Saberia que assim iria findar
esse tormento meio insensível!
Nada mais posso dizer.
Conteria esse teu sofrer?
Segue como nódoa eterna
Afunda-nos nessa caverna.
Eis que gritas:
Morte!
Eu te respondo:
Sorte!
Fez-se pedra minh'alma
Se soubesse o que é ferir
Não veria minha calma!
Ah, se pudesse te mostrar
essa chaga quase invisível
Saberia que assim iria findar
esse tormento meio insensível!
Nada mais posso dizer.
Conteria esse teu sofrer?
Segue como nódoa eterna
Afunda-nos nessa caverna.
Eis que gritas:
Morte!
Eu te respondo:
Sorte!
Marcadores:
Poesia
Assinar:
Postagens (Atom)